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Blog de robsonjamaica1
 




Escrito por robsonjamaica1 às 23h49
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MASCARELLO FAZ SUA PRIMEIRA GREVE EM 7 ANOS

Os trabalhadores da montadora Mascarelo na cidade de Cascavél, entraram em greve para lutar pelos seus direitos e exigir que sejam tratados com respeito e dignidade.

As informações que recebemos  é que trabalham na Mascarello cerca de 1.600 trabalhadores e recebem um salário bruto de R$ 670,00.

Na fábrica as condições de trabalho são mais que precárias, a exautão é ineficiente no departamento de soldagem, da mesma forma que a ventilação é ineficiente em toda a fábrica.

Os trabalhadores reclamam que por condições inadequadas no local de trabalho a fadiga é muito grande durante o expediente. E ao final do turno o reve.é enorme.

Para auxiliar e apoiar os companheiros da Mascarello em s uas reivindicações, uma delegação de cinco diretores do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba ( Jamaica; Xixo; Giba; Gilson e Marcão) estiveram em porta de fábrica durante a greve que teve seu inicio no dia 08/11/2010 e só terminou no dia 11/11/2010.

Matéria Gazeta do Povo (11/11/2010)

Em Cascavel (Oeste do estado), metalúrgicos da montadora de ônibus Mascarello deflagraram greve na segunda-feira. Ontem, eles rejeitaram proposta da empresa e decidiram manter a paralisação por tempo indeterminado. De acordo com o sindicato local, os trabalhadores reivindicam reajuste de 15%, mas a empresa oferece 3,3% mais o INPC acumulado em 12 meses. O sindicato afirma que mais da metade dos 1,6 mil funcionários cruzou os braços, mas a empresa diz que a adesão é de apenas 5%. O piso regional gira em torno de R$ 600 e, segundo o sindicato, a Mascarello paga em média R$ 640. Em nota, a empresa afirmou que não reconhece como legítima a paralisação e que “voluntariamente foi reajustada a base salarial de todo o quadro de funcionários, sendo oferecido e aplicado piso superior ao da categoria”.

Videos da Greve:

http://www.youtube.com/watch?v=LArJ1RwFZfk

 



Escrito por robsonjamaica1 às 23h28
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TEXTO DE AUTORIA DE UM AMIGO parte 2

A família de Jamaica, segundo ele, garante a força para que ele continue insistindo no que acredita. Enquanto trabalhava dentro da montadora passava no mínimo oito hora por dia, no máximo dez, com os colegas de trabalho. Mais o tempo de transporte. Ele e todos os trabalhadores passam mais tempo dentro da Renault do que com a família, isto para o trabalhador significa muito. Para Jamaica significa que um pouco do ambiente familiar deve existir dentro da linha de montagem. Bom dia, boa tarde, entrosamento e noção de que numa linha de montagem o trabalho de um depende do trabalho do outro, assim como numa casa todos devem cooperar para o funcionamento básico. Assim como a louça deve ser limpa por alguém para que todos possam usar, um parafuso deve ser devidamente apertado para que o outro possa executar bem a tarefa a qual é designado. A linha de montagem não pára, são 52 carros por hora e este entrosamento é preciso para o bem estar de quem produz o carro, assim como o bem estar da família que vai ocupar os assentos do veículo. E este sentimento de cuidar da casa em que habita a família fez Jamaica entrar no movimento sindical, além do expediente que devia cumprir como funcionário ele devia atender os trabalhadores e representar o sindicato dentro da Renault. O expediente complicado e dividido tirou Jamaica de dentro do conforto do próprio lar para conviver mais com o ambiente da empresa. Como líder sindical ele se sente como uma pai de família com filhos problemáticos. Possui extremas alegrias e também grandes decepções com os filhos adolescentes que possuem uma percepção muito rápida do tempo, quando ele conseguia dar a resposta a um problema, o adolescente, no caso o trabalhador, já estava interessado em outro assunto, não era mais de interesse para ninguém um ocorrido há três dias. Depois de lidar com todos estes trabalhadores ele ficou reconhecido e o filho adolescente finalmente criou orgulho do seu responsável. Mas na casa pessoal de Jamaica ele teve de contar novamente com o apoio da família. Com a apatia dos olhos da empresa, todo líder sindical estagna no plano de carreira. Nunca 833 seria novamente promovido e receberia um salário um pouco maior, enquanto os colegas que protegia não eram ignorados pela montadora e mudavam de função e faixa salarial. Sendo delegado sindical dentro da empresa ele cuidava do interesse da empresa com o ponto de vista dos trabalhadores, é um cargo de reconhecimento por todos os trabalhadores, mas que na empresa congela a carreira. Na categoria a conquista por somente quarenta horas semanais foi uma conquista através de greves e negociações, mas todo delegado sindical precisa dar conta do cargo de trabalho e do cargo político, passam cerca de doze horas nas respectivas empresas. Para Jamaica, o sindicato e a política sindical só existem por falha do empresariado, pois toda estrutura está pronta e definida, como por exemplo, a Partilha de Lucros e Renda (PLR), só falta fazer uso desta estrutura para agradar o trabalhador. Como líder sindicar passou várias horas a mais que os demais no trabalho, Jamaica ignorou o desvio de função para exercer o acúmulo de função.

- Levante a sua cabeça e diga não. Disse Ariel Dotti, o então secretário estadual da cultura, a Robson, 13 anos, no episódio do sanduíche.

- Não tenho vocação para colocar asinhas e ser anjo, eu tenho vocação e dedicação para ser sindicalista. Responde Jamaica, 38 anos.

 

 

 

 

Pneu.

 

- O motor do carro é importante, tem potência e força, mas é sempre controlado por alguém. O pneu do carro é até uma das partes que vale menos, às vezes menos que o retrovisor. Mas este é o truque, se você não tiver o pneu do carro você não vai a lugar nenhum. O pneu agüenta e sustenta tudo, e é o que menos é lembrado no carro. Na vida você tem de carregar algumas cargas e nestas cargas buscar a melhoria, assim como quando você faz uma greve ou coloca seu filho numa escola boa, sem reclamar. Eu sei a importância que eu tenho, comparo a vida com uma escada, e faço a importância de ser um dos primeiros degraus. Numa escada o primeiro degrau é o mais importante, já imaginou subir numa escada sem o primeiro degrau?

 

Por: Adolfo Wendpap

 



Escrito por robsonjamaica1 às 22h10
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TEXTO DE AUTORIA DE UM AMIGO... parte 1

Com as mãos desarmadas, mas com os punhos fechados e em plena luta. O náufrago observa todo dia o Leviatã que o faz cerrar a mãos, o tempo de ilha já garante vista da janela para o monstro - que gigante, faz sombra na cabana.

A ilha de concreto repleta de marcos da resistência do único habitante seriam sinais de socorro, se ele pensasse em abandonar a batalha com o colosso. Navegantes que transitassem rente à cabana pelo rio de asfalto leriam as mensagens do náufrago, se perguntariam por que não sair nadando para a outra beira do rio e assim ir embora. Qualquer humano com o mínimo de capacidade física já o teria feito. Mas este homem pode ser resumido em uma frase: Sou humano e lutarei como puder. Se não há luta, ele inventaria uma, nunca pela paixão humana do conflito, mas por soluções sempre melhores. Através da luta em benefício dos que ainda não naufragaram, é que na ilha foi levantado o acampamento para lutar contra o Leviatã.

 A horta zelada pelo sobrevivente é indício de avanço da civilização – se fosse há milhares de anos – mas no atual 2010 indica um hobby, ou simplicidade. Do outro lado, dentro do Leviatã francês máquinas operam o coração do monstro – não que o seja, mas o tamanho é monstruoso. Da gigante Renault, em São José dos Pinhais, Paraná, disparam à 110km/h pela ponta da linha de produção oitenta veículos por segundo. Enquanto a horta do acampamento do Jamaica – este homem humano – demora semanas para dar alimento, milhares de carros ganham os rios de asfalto.

Robson Vieira da Silva, o Jamaica, é este homem que espera não só as hortaliças crescerem, espera a reintegração, ou não, na Renault. Está com os punhos fechados agora, sem os abrir desde quando podia adentrar a montadora.

A terceirização de serviço é uma realidade dentro das montadoras. Pensando do ponto de vista das empresas é prático e eficiente terceirizar, não há custos financeiros e de tempo para treinar funcionários especializados, ele já chega pronto para executar a função e por preço módico, tratado diretamente com a empresa que cede o funcionário, um intermediário. Para o foco produtivo, não há melhor. Para o trabalhador, não recebe os mesmos benefícios financeiros e sociais que os colegas de trabalho – os da Renault, no caso. Qualquer acidente e problema de saúde não será jurisdição da Renault, e sim da empresa intermediária. Os benefícios conquistados através de greves – outra realidade do setor automotivo – não são repassados aos contratados, afinal não há vínculo entre o trabalhador terceirizado e as montadoras.

A terceirização é realidade do sistema e da atualidade, não é errado. Um funcionário recebe cerca de R$1.000 mensal. Destes R$1.000, R$300 são somente de vale mercado, que não entrarão na arrecadação para futura aposentadoria. Configura-se a precarização dos trabalhadores terceirizados.

Buscando direitos, estes trabalhadores também fazem greves. Quando os funcionários terceirizados voltaram de um período de greve não encontraram mais Jamaica trabalhando no cargo de operador de produção. Ele havia sido demitido.

Jamaica começou a trabalhar com treze anos, não numa montadora, mas sim na Secretaria de Estado da Cultura. Era o Office boy da secretaria. Numa leva de documentos um colega pediu para aproveitar e no caminho passar na lanchonete e lhe comprar um sanduíche. – Pego, é caminho mesmo. Pensou Robson, o apelido Jamaica só viria mais tarde.  Ao voltar com o sanduíche o então secretário estadual da cultura Ariel Dotti deu uma das primeiras broncas e lições que recebeu em trabalho. Ele era funcionário público da secretaria, e exclusivamente da secretaria. Havia sido contratado para levar documentos e informações relevantes aos interesses da repartição. Se um colega havia pedido um favor, que não respondesse como funcionário. Enquanto trabalhava, só executaria o trabalho.

A bronca não era só uma exaltação sem sentido do secretário, era uma lição, que Robson assimilou, e continuou levando em consideração para toda a vida em trabalho. Quando os colegas da montadora vieram a lhe trocar o nome por Jamaica, ele já estava montado com a vida de Robson. O apelido Jamaica é fruto das brincadeiras dos companheiros pelo uso do quipá, usado para lembrar que religiosamente existe algo acima da de si.

Jamaica para os amigos, funcionário 833 para a Renault, num universo de mais de cinco mil trabalhadores diretos, sem contabilizar os terceirizados. Os trabalhadores da linha de montagem, segundo Jamaica, quando entram na montadora ganham cerca de R$7,30 por hora, tendo de dar um retorno de mais de R$30 por hora para a montadora. E enquanto este retorno existe para as montadoras o trabalhador é visto com bons olhos. Dois os principais motivos para os olhos se fecharem e ignorarem o trabalhador, doença que afete a produtividade – ela sendo originada do trabalho, ou não – e o envolvimento sindical. 833 ganhou a apatia dos olhos da Renault quando o envolvimento sindical o levou a ser um Diretor  Sindical dentro da montadora.

Hoje ele é o homem ilhado em um acampamento no concreto em frente à Renault, dentro da cabana, esperando. Por ser líder sindical ele legalmente possui estabilidade dentro da empresa, a menos que o contrato empregatício seja suspenso para apuração de falta grave e justa causa. Quando contrariou um dos diretores, foi o que aconteceu.

Os trabalhadores terceirizados em greve só tornou mais visível aos olhos da Renault a necessidade deles, sentindo a necessidade e ainda sem negociar com os grevistas, direcionou funcionários da própria Renault para executar o serviço dos terceirizados, como por exemplo o transporte em empilhadeiras, que requer treinamento especializado. 833, agindo como Jamaica, líder sindical foi conversar com um dos diretores da fábrica.

- Os funcionários da Renault estão fazendo o serviço para o qual não foram contratados. Avisou Jamaica, não por avisar o diretor disto, pois a decisão de direcionar o trabalho também partiu dele. Ele estava ciente.

- E qual é o problema? São funcionários. Questionou o diretor.

- Segundo a Normativa Regulamentar (NR-11), eles não podem fazer este tipo de trabalho. Explicou algo já sabido pelo diretor.

- É só por um tempo, enquanto estão em greve. Explicou o diretor.

- Mas a fiscalização pode chegar e ver a situação. Alertou Jamaica.

- Mas a fiscalização não vai chegar antes da greve, ninguém vai alertá-los. Tentou acalmar 833, achando que era esta a real preocupação de Jamaica.

- Mas eu vou chamar a fiscalização. Declarou a verdadeira intenção, sem floreios, já que não havia adiantado florear.

A lição sobre desvio de anos atrás se fez presente neste momento. 833 foi demitido pelo único motivo pelo qual o diretor sindical pode ser demitido. Se foi demitido para apuração, ele legalmente ainda não é considerado culpado, mas não está recebendo o salário durante a apuração. A situação de líder sindical lhe garantiu apoio do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, com o sindicato Jamaica não possui só a horta para alimentá-lo.

Morando no acampamento de protesto, em frente à Renault, convive hora com mais de cinco mil trabalhadores descendo dos ônibus e entrando na montadora, hora sozinho com a memória da família, cujo diz receber total apoio na jornada na ilha de concreto. A ilha é na verdade é um retorno para quem quer sair da Renault e desembocar na BR-277, por coincidência, a continuação da Avenida dos Trabalhadores. Os marcos de resistência são faixas do sindicato e da Força Sindical, que são berrantes para quem passa pela região.

 

Por: Adolfo Wendpap



Escrito por robsonjamaica1 às 22h09
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SINDICATO DENUNCIA RENAULT E TRABALHADORES EXIGEM PROVIDENCIAS



Escrito por robsonjamaica1 às 15h32
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MINISTÉRIO PUBLICO VAI INVESTIGAR TENTATIVA DE SUICIDIO NA RENAULT DO BRASIL

Quando tudo parece estar perdido...

Quando pensamos não haver saida...

A famosa luz no final do túnel ..lá esta a brilhar...

 

Foi com este sentimento que recebemos hoje 18/10/2010 a ligação da promotoria do Ministério Público do Trabalho, segundo a assitênte da promotoria o motivo de sua ligação era a "TENTATIVA DE SUICIDIO DE UM TRABALHADOR DA RENAULT". A promotoria está nos intimando a comparecer no dia 26/10/2010 para prestarmos esclarecimentos dos fatos.

Como já havia comentado, o gerente de produção que humilhou o trabalhador a tal ponto de que tentasse tirar a propria vida, esta trabalhando normalmente. O trabalhador internado em clinica para tratamento.

 

Em reunião com o Sindicato do Metalúrgicos da Grande Curitiba, a Renault se comprometeu que o gerente iria pedir desculpas para os trablahadores e encerrou o caso.

 

É assim que as coisas terminam, agora começo a pensar que não. Se ninguém se preocupou em apurar as várias denuncias com mais rigor, quem sabe o Ministério Público do Trabalho o faça.

 

A Renault tem redução do horário de refeição, por lei não poderia exigir que os trabalhadores façam horas extras. Mas isso na Renault socialmente correta é comum. Descuprir e desrespeitar as leis, é pratica constante.

 

Mas agora o Ministério Publico do trabalho que saber o que acontece na Renault. E nós enquanto cidadão vamos atender a chamado da justiça e contar as verdades que ninguém se preocupou em ouvir.



Escrito por robsonjamaica1 às 20h07
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Escrito por robsonjamaica1 às 00h00
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Escrito por robsonjamaica1 às 02h39
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Só nos resta a indignação

NÃO ENTENDEMOS O QUE A RENAULT E SEU ALTO ESCALÃO ENTENDE POR LIBERDADE SINDICAL. PODEMOS APENAS PERCEBER QUE ENTRE O QUE ELA ESCREVE E ANUNCIA AOS QUATROS CANTOS DO MUNDO E O QUE ELA DE FATO PRATICA EXISTE UMA GRANDE DIFERENÇA. A EMPRESA SOCIALMENTE CORRETA A PURITANA DAS MONTADORAS, A ÚNICA A TER UMA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS SOCIAIS E FUNDAMENTAS (NÃO FUNCIONA), MAS TEM. RECONHECE A LIBERDADE SINDICAL, O DIREITO A LIBERDADE E TODA AQUELA BABOSEIRA MESQUINHA E MENTIROSA. NA PRÁTICA ESTAMOS SENTINDO NA PELE A DEMOCRACIA E NESTE CASO SEM ASSANINAR O LATIM PODEMOS DEFINIR A PALAVRA DEMOCRACIA NA RENAULT COMO SENDO: “DEMOCRACIA – DEMO = DEMÔNIO.

AS CONSTANTES PRATICAS ANTI SINDICAIS, A POSTURA DE SUA DIRETORIA EM HUMILHAR, MASSACRAR E EXPLORAR OS TRABALHADORES, SUA DEDICAÇÃO EM PRESEGUIR A LIBERDADE SINDICAL E PERSEGUIR AQUELES QUE PENSAM DIFERENTE, PREJUDICAR AOS QUE BUSCAM O CUMPRIMENTO E O RESPEITO A LEGISLAÇÃO E A SOBERANIA BRASILEIRA.

A DECLARAÇÃO ESTA PUBLICADA EM SUA INTEGRA, FAZ REFERENCIA A (FION) E A (OIT) CLARO QUE USANDO DE RESPEITADAS INSTITUIÇÕES PARA DAR CRÉDITO E AVALISAR AS SUAS MENTIRAS.

PODEMOS VER COM A RENAULT CUMPRE AO A DECLARAÇÃO DOS DIREITOS SOCIAIS E FUNDAMENTAIS, É SÓ IR À FRENTE DE SUA FÁBRICA EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS, NO PARANÁ. LÁ VAMOS VER O ACAMPAMENTO SINDICAL E ENCONTRAR O JAMAICA, QUE ESTA PROTESTANDO CONTRA O CERCIAMENTO SINDICAL, CONTRA A OPRESSÃO, AO DESCUMPRIMENTO DAS NR’s.

SE ANALIZARMOS TODA A SITUAÇÃO, VAMOS NOS PERGUNTAR: ALGO ESTA ERRADO? POIS SE A RENAULT DECLARA SER TÃO GENEROSA, QUAL O MOTIVO DO JAMAICA ESTAR ACAMPANDO LÁ NA FRENTE?

NÃO VAMOS SER TÃO INJUSTOS ASSIM, ELA É GENEROSA E BONDOSA SIM. MAS SOMENTE SE FOR UM GERENTE CAPAZ DE PRESSIONAR O TRABALHADOR ATÉ QUE O MESMO TENTE SUICIDIO, AI VOCÊ SERIA PUNIDO COM TODO RIGOR E SEVERIDADE....HAHAHAHAHA

SERIA PROPOSTO QUE VOCÊ PEÇA DESCULPAS E TUDO BEM...

FODA-SE A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA DANE-SE SUA MORAL E AUTO-ESTIMA.

PRO INFERNO COM O RESPEITO A HONRA.

VIVENT L'OPPRESSION

VIVANTE L'ESCLAVAGE

VIVENT LE BÂILLON

C'EST LA VIE

E SALVE-SE QUEM PUDER OU DINHEIRO TIVER.



Escrito por robsonjamaica1 às 02h07
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O PAPEL ACEITA TUDO....

Representação do pessoal

Renault vela para que a representação do pessoal seja garantida no conjunto das entidades

do Grupo por assalariados de suas entidades representativas do fato de sua eleição ou de

sua afiliação.

Renault confirma sua adesão irrestrita com respeito a liberdade sindical , em matéria de

adesão e de toma de responsabilidade sindical, conforme os princípios fixados pela

convenção 87 da OIT de 1948, sobre a liberdade sindical e a proteção de direito sindical.

O reconhecimento da liberdade sindical comporta parar cada assalariado o direito de aderir

ou não ao sindicato.

Renault afirma igualmente sua vontade de respeitar os termos da convenção 98 da OIT

sobre o direito de organização e de negociação coletiva.

Ranault manifesta seu compromisso “vis a vis” da declaração da OIT relativa aos princípios

e direitos fundamentais ao trabalho adotado 1998 na convenção 86 sessão da conferência

do trabalho, em termos de liberdade de associação e do reconhecimento efetivo do direito

de negociação coletiva.



Escrito por robsonjamaica1 às 01h26
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DECLARAÇÃO DOS DIREITOS SOCIAIS E FUNDAMENTAIS - GRUPO RENAULT

PROJETO DE DECLARAÇÃO RELATIVA AOS DIREITOS SOCIAIS

FUNDAMENTAIS DO GRUPO RENAULT.

A Renault pôs em prática a estratégia de crescimento e competitividade fundada sobre a

excelência de seu ofício, a qualidade e o fascínio (sedução) de seus produtos, a satisfação

de seus clientes, a internacionalização de suas atividades, o engajamento de mulheres e

homens do grupo, a mobilização de seus parceiros.

A Renault se compromete a respeitar e fazer progredir por todo o mundo as mulheres e

homens que trabalham na empresa, a valorizar um espírito de liberdade, garantir a

transparência de informações, a praticar a equidade e a se enquadrar às regras fixadas pelo

código de conduta da Renault, em coerência com o comportamento global de

desenvolvimento sustentável, as normas da Organização Internacional do Trabalho, os

princípios universais mas particularmente ligados aos direitos do homem que constituem o

Pacto Mundial adotados à iniciativa das Nações Unidas, às quais a Renault aderiu em 26 de

julho de 2001.

(Sendo assim), a Renault, o Comitê do Grupo Renault e a Federação Internacional das

Organizações dos Trabalhadores da Metalúrgica (FIOM), convencidos que a

responsabilidade social é um fator de sucesso a longo prazo para a empresa, apresentam de

comum acordo os princípios seguintes que reconhecem como fundamentais.

Saúde, Segurança e Condições de Trabalho

A melhoria da saúde, da segurança e das condições de trabalho dos assalariados constitui

para o grupo Renault um objetivo prioritário.

A Renault considera as normas européias como uma referência em matéria de prevenção de

riscos profissionais, e definiu neste espírito uma política do Grupo exposta no documento

intitulado Política de Condições de Trabalho do Grupo. A Renault se comprometeu a

estender esta política e por em prática seus compromissos e planos de ação

correspondentes.

O comprometimento dos fornecedores em uma política de riscos profissionais em coerência

com os princípios elaborados pela Renault constitui um critério de seleção.

A Renault é acompanhada regularmente por médicos responsáveis pela saúde dos

funcionários e desenvolve uma política ativa de prevenção. Neste contexto, a Renault

vincula uma particular importância, nos países mais atingidos, à proteção contra o

HIV/AIDS, as DST (doenças sexualmente transmissíveis) e o uso de substâncias tóxicas

(drogas).

Proibição do Trabalho Infantil

A Renault se proíbe, como previsto na Convenção da OIT n.º 138 relativa à idade do acesso

ao trabalho, de recorrer ao trabalho de crianças cuja idade seja inferior à exigida para o fim

de escolaridade no país, caso seja menos de 15 anos.

O comprometimento dos fornecedores e prestadores de serviços a essa política é um critério

de seleção.

Proibição do Trabalho Forçado

A Renault condena e se proíbe de recorrer a todas as formas de trabalho forçado ou

obrigatório, conforme as convenções nº29 e 105 sobre o trabalho forçado.

O comprometimento dos fornecedores e prestadores de serviços a essa política é um critério

de seleção.

Igualdade de Chances

A Renault tem por princípio não operar nenhuma discriminação a qualquer coisa que seja

das relações de trabalho, e em particular de recrutar homens e mulheres, em função de suas

qualidades próprias e tratar a cada um com dignidade, de forma não discriminatória e

respeitosa com relação a sua idade, sua origem social, sua situação familiar, seu sexo, sua

orientação sexual, de sua deficiência (necessidades especiais), de suas opiniões políticas,

sindicais e religiosas, de seu pertencer ou de seu não pertencer, verdadeiro ou suposto a

uma etnia, uma nação, uma raça, conforme a convenção n.º 111 da OIT.

Esta política deve contribuir para a diversidade de pessoas e culturas nas diferentes etnias

dos Grupo.

Renault age da mesma forma em favor de funcionários em dificuldade, sendo constatado de

fato uma deficiência psicológica, para facilitar sua integração ao seio da empresa e da

comunidade local.

Emprego

O Grupo Renault se compromete a favorecer o emprego a seus funcionários e, em caso de

reorganização ou de restruturação, a favorecer as reconversões e remanejamentos se

possível no seio do Grupo, e mobilizamos cada vez que for necessário, ações de formação

profissional.

Direito á formação

A Renault se compromete a permitir que cada um, qualquer que seja seu lugar de trabalho

no mundo e quaisquer que sejam sua idade e sua função de ter acesso ao longo de sua

carreira as condições de formação necessárias ao bom exercício de sua profissão e sua

construção de sua trajetória profissional.

Duração de trabalho e direito as férias remuneradas

A Renault desenvolve no marco das legislações nacionais e das condições locais do diálogo

social, uma política de acomodação do tempo de trabalho destinada na medida do possível

e levando em conta as aspirações dos assalariados a harmonizar os horários de trabalho com

as necessidades dos diferentes setores da empresa conforme as legislações e práticas

nacionais nos países onde o grupo Renault está presente, um direito a férias remuneradas é

efetivamente concedido aos assalariados.

Remuneração

Renault reconhece o princípio de uma justa retribuição do trabalho e respeita as prescrições

da convenção 100 da OIT sobre a igualdade de remuneração para o trabalho de valor igual

Representação do pessoal

Renault vela para que a representação do pessoal seja garantida no conjunto das entidades

do Grupo por assalariados de suas entidades representativas do fato de sua eleição ou de

sua afiliação.

Renault confirma sua adesão irrestrita com respeito a liberdade sindical , em matéria de

adesão e de toma de responsabilidade sindical, conforme os princípios fixados pela

convenção 87 da OIT de 1948, sobre a liberdade sindical e a proteção de direito sindical.

O reconhecimento da liberdade sindical comporta parar cada assalariado o direito de aderir

ou não ao sindicato.

Renault afirma igualmente sua vontade de respeitar os termos da convenção 98 da OIT

sobre o direito de organização e de negociação coletiva.

Ranault manifesta seu compromisso “vis a vis” da declaração da OIT relativa aos princípios

e direitos fundamentais ao trabalho adotado 1998 na convenção 86 sessão da conferência

do trabalho, em termos de liberdade de associação e do reconhecimento efetivo do direito

de negociação coletiva.

Relação com o fornecedores

Renault informa seus próprios fornecedores o conteúdo da presente declaração, e do pacto

mundial e lhes convida a considerar a oportunidade de segui-la.

Ele lhes motiva a introduzir e a aplicar os princípios equivalentes em suas próprias

empresas.

A adoção efetiva destes princípios constitui um fundamento favorável as relações de

parceria duráveis.

Aplicação

A presente declarada é difundida ao conjunto de pessoal das entidades do grupo Renault.

Aos assalariados será oferecida a possibilidade de informar a empresa de todo

comportamento não conforme a essa declaração.

A direção e o comitê de grupo velam conjuntamente a aplicação efetiva da declaração em

relação com as estâncias representativas do pessoal e entidades implicadas.

Um primeiro balanço da aplicação desta declaração será efetuado com os signatários daqui

até o fim de 2006.

Lois Schweiter Marcello Mallentacchi

Direção da Renault Secretário Geral FIOM

Pres. Diretor Geral

Comitê do Grupo Renault

Secretário – Philip Lebret

Adjuntos:

Joaquim Arias Gallego

Jean-Christophe Jarysta

Jean-Louis Baud

Antônio de Almeida

Raymond Smeulders

Alejandro Duran Moreno

Anne-Marie Lidner-Düx

Organismos sindicais signatários do acordo de 4 de abril de 2003 relativo ao Comitê do

Grupo Renault com mandatos pela Federação Sindical.

FGTB - Raymond Smeulders

CFDT – Fred Dijoux

CFTC - Lionel Hein

CGT – Philippe Noel

CCOO – Joaquim Arias Gallego

CSC - Jean Pas

FO - Laurent Smolnik

UGT - Alejandro Duran Moreno

CFE/CGC - Gérard Blondel

FONTE: http://www.observatoriosocial.org.br/download/AcordoRenault.pdf



Escrito por robsonjamaica1 às 01h25
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No dia de ontem 07/10/2010, a Renault do Brasil chamou ao Sindicato dos Metalúrgicos e a Delegação interna para responder a carta que foi enviada cobrando providência com relação a pressão do gerente de montagem da fábrica de veículos utilitários, que resultou na tentativa de suicídio de um trabalhador.

Segundo a direção da Renault o supervisor vai fazer um pedido de desculpas aos trabalhadores.

Parece brincadeira, por uma atitude de total desumanidade um gerente massacra o trabalhador ao ponto de que tente dar cabo da própria vida e a punição “rigorosa” por parte da direção é que o gerente faça um pedido de desculpas.

Quanta injustiça.

E o companheiro Robson Jamaica, que já esta acampado mais de 4 meses. Jamaica teve seu contrato de trabalho suspenso para apuração de falta grave. E qual a falta grave que o companheiro Jamaica cometeu? Exigir que a direção da Renault do Brasil respeitasse e cumprisse com a legislação.

Por sua cobrança constante em busca de um ambiente de trabalho saudável, por lutar para que os trabalhadores fossem tratados com respeito e dignidade, Robson Jamaica é punido com a suspensão do seu contrato de trabalho e querem lhe dar uma justa causa.

Será que se o companheiro Jamaica tivesse pressionado um trabalhador até que este tentasse um suicídio, seria punido também somente com um pedido de desculpas.

Creio que não.

Na Renault pelo que podemos ver, vale a máxima:

“AOS AMIGOS DO REI, AS BENÉCIES DA LEI

  AOS INIMIGOS DO REI OS RIGORES DA LEI”



Escrito por robsonjamaica1 às 13h00
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Escrito por robsonjamaica1 às 23h50
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Na última sexta-feira (1°/10/2010), um trabalhador da fábrica de veículos utilitários da Renault do Brasil, após ter sido humilhado pelo gerente do departamento de montagem tentou dar cabo da própria vida.

Até quando estas coisas vão acontecer, é inadmissível que em pleno século XXI o trabalhador seja tratado pior que animal.

Ao receber várias ligações o Sindicato dos Metalúrgicos realizou assembléia com os trabalhadores exigindo providências da diretoria no prazo de 48 horas.

O que mais nos deixa perplexos é o fato do companheiro ROBSON JAMAICA estar sofrendo perseguição justamente por lutar e combater este tipo de massacre. O JAMAICA já esta acampado na frente da Renault por 4 meses, e não desiste de lutar para que o trabalhador seja tratado com respeito e dignidade.

Vamos aguardar o prazo que foi dado para providências, e decidir com os trabalhadores qual o medida que vamos tomar. Vale dizer que os trabalhadores da CVU, estão indignados e insatisfeitos com o gerente e querem paralisar as atividades para exigir que o mesmo seja desligado do quadro da empresa.



Escrito por robsonjamaica1 às 23h29
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O Anel

Quanto você vale?

- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor, sem olhá-lo, disse:

- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois. 

E fazendo uma pausa, falou:

- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.

- C...claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:

- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque
tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível. 

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse:

- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel. 

- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:

- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.  

O jovem, surpreso, exclamou:

- 58 MOEDAS DE OURO!!!

- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente...

O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.

- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:  

- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???

E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

- Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.

(Autor desconhecido - Enviada por Ana Luisa M. Vilela)

 



Escrito por robsonjamaica1 às 22h46
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